sexta-feira, 19 de junho de 2009

MODA: BOA, BONITA E BARATA




Mais que estar na moda, a mulher que compra em brechó está preocupada em fazer moda. Entre as adeptas do estilo vovozinha, existe a técnica do garimpo - revirar bancas e araras atrás de peças baratas e autênticas.

Quem acha que brechó é para pessoas que buscam apenas preços mais convidativos, sem nenhum artifício a mais, está tremendamente enganado. Num bom brechó, descobrimos peças incríveis que fizeram sucesso em outras épocas e que agora voltam com força total. As peças são praticamente novas, deixando quem usa com ares mais contemporâneos e originais. A onda do vintage, iniciada por socialites e artistas ,contribuiu muito para que o tabu de "loja de segunda mão" fosse quebrado.

Já foi o tempo que brechó era ponto de encontro e fonte para compor o visual dos descolados. Atualmente são visitados por todos os tipos de pessoas, independente da idade, sexo ou poder aquisitivo. Paciência para revirar o brechó, bom gosto e bom senso são os primeiros mandamentos para os freqüentadores assíduos ou um toque fundamental para quem vai trilhar esse caminho da moda a partir de agora .

Acessórios simpáticos e coloridos resgatam uma moda do fundo do baú que pode ser combinada com os estilos que estampam as vitrines atuais. Também é possível montar um look de época para uma festa temática ou encontrar uma peça única e matar suas amigas de inveja.

O comércio da moda de segunda mão é uma verdadeiras feira de estilos. Confira:

Sofisticado: Blazers, paletós, conjunto de casaco e calça social em linho, seda e crepe..

Clássico: sobretudos e casacos compridos de couro, lã pesada, pele e tecidos aveludados.

Perua: transparência e renda em vestidos e blusas.

Roupa da vovó: veludo, croché, tricô e bordados rústicos. Aqui, reinam os agasalhos, casaquinhos, cardigans, batas.

Revival anos 50: boleros e saias pregueadas.

Revival anos 60: a moda hippie das saias longas e estampas indianas.

Revival anos 70: estampas coloridas e psicodélicas, golas pontiagudas e pantalonas.

Acessível: roupas de grifes conhecidas, vendidas a baixo custo.

Onde encontrar peças Vintage





As melhores opções são :
- Armário da vovó
- Brechó



quinta-feira, 18 de junho de 2009

Como vestir um Vintage por Abigail K. Rutherford*









































































No que investir? O que avaliar? Como usar? O que reformar? Essas e outras perguntas Abigail responde aqui:

1) Para começar, descubra seu estilo relacionando-o a uma década. Ajuda a refinar a busca quando você sai às compras num brechó, numa casa de leilão, na internet. Por exemplo, uma garota mais feminina deve se interessar mais pelos 1950s; uma garota mais
edgy, mais punk, vai atrás dos 1980s e 1990s; para uma garota boho, obviamente os 1970s fazem muito mais sentido.

2) A partir da década, relacione os estilistas. Se você é mais avant-garde, a moda futurista de Thierry Mugler deve servir como uma luva. Se você é mais clássica, a feminilidade refinada de Balenciaga é perfeita.

3) Encontre uma ótima lavanderia e costureira, ambas especializadas em peças mais antigas. Eu vi peças maravilhosas serem destruídas por maus cuidados na limpeza e no conserto.
(nota da Sissi: em São Paulo, lavei meus Dener na lavanderia Sampaio, tel. 3782 4974, na Raposo Taavares).

4) Agora que você está pronta para comprar, é importante encontrar um lugar confiável. É costurar uma etiqueta original numa peça falsa e por isso você deve tomar cuidado ao comprar em lugares como eBay. Sempre recomendo comprar em casas de leilão – é como uma loja, só que sem o mark-up! Leilões são um comércio justo e o preço costuma ser mais próximo daquele do atacado.
(nota da Sissi: no eBay, uma loja confiável é a Ricky's Exceptional Treasures. No Brasil, o e-closet traz peças selecionadas entre as amigas-margaridinhas de Giovanna Lemes Motta.)

5) Não se fie à numeração das peças. O tamanho era muito diferente – por exemplo, o 10 equivale hoje ao 4/6 (= 38/40). Se não há como provar a peça, solicite as medidas-chave.

6) Inspecione cada item por dentro e por fora. Tedemos a nos esquecer que as peças vintage foram usadas e têm manchas, buracos de traça ou marcas causadas por armazenação incorreta.

7) Trocar zíperes, subir barras, realinhar uma peça não são consertos complicados e têm um impacto final no preço.

8) Não enlouqueça e use muito vintage. Vai parecer que você está usando um figurino para um filme.

9) Não despreze o maravilhoso mundo do armário da mãe e da avó. Eu mesma encontrei muitos dos meus acessórios favoritos nesses baús da família.

10) Se não serviu, mas você ama a peça de paixão, compre um manequim e exiba o modelito. Moda é uma forma de arte que mostramos no corpo – por que não mostrá-la em casa?








*Abigail K. Rutherford (formada em História da Arte e com flerte, sem compromisso, em pós em Moda. Desde 2006 ela toca a área de Vintage Couture e Acessories da casa de leilão Leslie Hindman, uma das poucas nos Estados Unidos a focar muito em moda.A função de Abigail é encontrar esses tesouros perdidos nos armários de socialites Estados Unidos afora.












Roupa Vintage


Roupa Vintage é uma designação que é dada a roupa de outras eras. É normalmente classificada por décadas sendo uma expressão cultural de determinada era.

Roupa Vintage é roupa produzida entre os anos 20 e os anos 80. Roupa anterior àquele período é considerada como antiguidade, enquanto que roupa usada posterior àquele período é designada como roupa em segunda-mão.

AUDREY HEPBURN








































Audrey Hepburn (Bruxelas, 4 de maio de 1929Tolochenaz, 20 de janeiro de 1993) foi uma atriz, modelo e humanista belgo-britânica radicada entre Inglaterra e Países Baixos.
Audrey foi considerada, a príncípio, uma garota "alta, ossuda, de pés excessivamente grandes para se tornar uma estrela". Mas Audrey, mesmo vivendo na época em que as baixinhas, de curvas generosas, pés miúdos e olhos claros imperavam, soube usar os seus "defeitos" como seus dons e conquistar o mundo com seu lindo rosto, sua elegância e seus profundos olhos castanhos. Segundo o estilista
Givenchy, que era incumbido de vestí-la, Audrey era um ideal de elegância e uma inspiração para o trabalho dele.
Hepburn casou-se duas vezes, primeiro ao ator americano Mel Ferrer, e logo a um psicólogo italiano Andrea Dotti. Ela teve um filho com cada um – Sean em 1960 por Ferrer, e Luca em 1970 por Dotti. O padrinho de seu filho mais velho é o autor britânico
A.J. Cronin, quem residiu perto de Hepburn na Lucerna.
Depois do nascimento dos filhos, abandonou a carreira no cinema. Ao final de sua vida, nomeada embaixadora da UNICEF, trabalhou incansavelmente como voluntária para causas infantis. Hepburn falava francês, italiano, inglês, holandês e espanhol. Havia dúvidas se ela falava espanhol ou não, mas recém descobertas imagens da UNICEF mostram-na falando a língua fluentemente no México. No filme Bonequinha de Luxo, ela é mostrada tentando aprender português, e reclama do grande número de verbos irregulares. Ela diz: "A very complicated language, four thousand of irregular verbs", depois disso, tenta dizer "Eu acho que você está gostando do açougueiro"
De acordo com seu filho Sean, os filmes favoritos dos quais estrelou foram Uma cruz à beira do abismo (por sua mensagem social) e Cinderela em Paris (por ter se divertido muito nas filmagens deste). No entanto, ela havia declarado numa entrevista à
Barbara Walters que A princesa e o plebeu era o filme mais querido dela.
Além de um rosto bonito, Audrey era uma mulher humilde, gentil e charmosa, que preferia cuidar dos outros a seu redor do que de si mesma. É considerada a eterna "bonequinha de luxo". Faleceu aos 63 anos, de
câncer no apêndice.

Dicas de beleza de uma diva



















Por Andrey Hepburn:
10 dicas de beleza incríveis quando pediram para que revelasse seus segredos.

1 – Para ter lábios atraentes, diga palavras doces.
2 – Para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas.
3 – Para ter um corpo esguio, divida sua comida com os famintos.
4 – Para ter cabelos bonitos, deixe uma criança passar seus dedos por eles pelo menos uma vez por dia.
5 – Para ter boa postura, caminhe com a certeza de que nunca andará sozinho.
6 – Pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas; jamais jogue alguém fora.
7 – Lembre-se que, se alguma vez precisar de uma mão amiga, você a encontrará no final do seu braço. Ao ficarmos mais velhos, descobrimos porque temos duas mãos: uma é para ajudar a nós mesmos, a outra é para ajudar o próximo.
8 – A beleza de uma mulher não está nas roupas que ela carrega, ou na forma como penteia o cabelo. A beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos, porque esta é a porta para seu coração, o lugar onde o amor reside.
9 – A beleza de uma mulher não está na expressão facial, mas a verdadeira beleza de uma mulher está refletida em sua alma. Está no carinho que ela amorosamente dá, na paixão que ela demonstra.
10 – A beleza de uma mulher cresce com o passar dos anos.












CURIOSIDADES SOBRE ESTILOS...



























BOHO CHIC:
Este estilo foi adotado pelas londrinas e novaiorquinas e é a mistura de uma moda boêmia (brilhos, jóias) com o folk (botas de camurça, lenços, bolsas em couro trabalhado e acessórios étnicos).
Boho é uma abreviação da palavra bohemian (boêmio). A precurssora da tendência foi a atriz Sienna Miller, mas as gêmeas Olsen, Kate Moss e Keira Knightley também adotaram o visual. Na última edição da revista Nylon, Sienna conta que não gostou muito desse rótulo.

CURIOSIDADES SOBRE ESTILOS...





























FOLK:
Estilo folk (do inglês, folclore) de que fazem parte roupas inspiradas em trajes étnicos como as dos índios americanos. Nesse caso, a tendência aparece em franjas, couro desgastado e feltro e em cores que remetem ao passado: bege, ferrugem, conhaque e chocolate.
Às vezes o folk tende ao hippie. Batas, calças jeans de boca larga, tecidos rústicos, sapatilhas bordadas e sandálias rasteiras de couro artesanal despontam nesse look, sem dispensar a bolsa a tiracolo que completa o visual, fazendo o estilo de não-estou-nem-aí-para-a-moda.
Em algumas coleções o estilo folclórico vai buscar inspiração no interior, na delicadeza e ingenuidade dos vestidos, saias e corseletes que vestiam as camponesas. E, quando tende aos ares românticos, o cor-de-rosa, as estampas de florzinha e xadrezes miúdos imperam.














terça-feira, 16 de junho de 2009

Ex-Spice não usa pele de animais em seu corpo e tem coleção de casacos falsos


Em viagem a Milão, onde seu marido, David Beckham joga, a posh Victoria escolheu um lindo casaco de pele para se esquentar no avião. Mas calma! A ex-Spice é excêntrica, mas não usa pele de animais em seus corpo. Segundo o jornal "The Sun", a cantora tem uma coleção de casacos de pele em seu guarda-roupa, todos falsos e caríssimos, como este, do flagra. Muito bem, Victoria!

EXEMPLOS DE MODA


Apesar de muitas grifes, tanto nacionais quanto internacionais, utilizarem peles em suas coleções, temos bons exemplos na moda. Grifes que decidiram não mais comercializar esse tipo de produto ou radicalizaram em nunca vender uma roupa com pele verdadeira.

As alternativas são muitas: peles sintéticas aparentam ser reais e deixam a roupa com um toque sofisticado e, ao mesmo tempo, livre de crueldades. Confira os exemplos a serem seguidos na moda:


- Teargas
- Mario Queiroz
- Gi's Boutique
- Lojas Renner

By MARLUBA FASHION







Bolsa Marluba que também nos remete ao estilo Rococó.



By MARLUBA FASHION



As maxiBolsas da designer de moda Márcia Lucia Baptista (MARLUBA) fazem maior sucesso entre as mulhes que adoram um visual simples e chique.

Essa bolsa foi confeccionada com tecido de algodão e com um lindo detalhe em tecido brocado de decoração que nos remete ao estilo rococó.

O ateliê da Designer Marluba fica localizado no Centro de Niterói, Rio de Janeiro. 
E-mail: marlubaatelie@gmail.com